Arquivo para março, 2008

Além da Imaginação

Posted in Xavecos on março 28, 2008 by fabiaolima

O Celular e o Sebo lá

Posted in Xavecos on março 27, 2008 by fabiaolima

Tenho reparado em como as pessoas lidam com o aparelho mais penta do mundo. O celular. Tirando a turma dos que não tem noção nenhuma que existe uma ética pra falar ao aparelho em lugares como restaurantes, cinemas e até na casa dos outros (esse eu acho o pior), agora noto a quantidade de vezes que o sujeito limpa o sebo que escorre do seu ouvido e suja o lindo e tecnológico visor. Estamos na era das telecomunicações. Sobra tele e falta comunicação. Será que esse pessoal se esquece de que lavar as mãos de vez em quando é bão tambem?   

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Mas pra quê? (parte 2)

Posted in Xavecos on março 20, 2008 by fabiaolima

Esta semana fui ao supermercado comprar shampoo e me deparei com uma coisa quase que surreal. No rótulo do produto estava escrito assim: “Em busca do liso perfeito”. Mas que cazzo é isso? Shampoo ou o novo filme do Indiana Jones??

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Livros que ainda vou escrever

Posted in Xavecos on março 19, 2008 by fabiaolima

Como trabalhar pouco e ganhar muito pouco dinheiro.

O Jazz e a puta que o pariu.

O Pizzianismo

Posted in Xavecos on março 14, 2008 by fabiaolima

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Nunca, mas nunca coma uma pizza que contenha:

Ovos.

Frango.

Folhas (as de mangericão, pode).

Frutas.

Deus-Pizza castiga

Os sapos

Posted in Xavecos on março 14, 2008 by fabiaolima

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Quando venho à Sampacity, um dos comentários que mais ouço é sobre o transito. “Putz, hoje (hoje?!) o transito ta parado”. “Nossa, hoje ta difícil!”.

Como disse um amigo meu, é aquela velha história do sapo na panela. Se você põe um sapo numa panela com água fria e acende o fogo, o sapo fica ali até ferver, e morre. Agora, se você ferve a água e joga o sapo na panela, o bicho sai fora rapidinho.

Quem mora em Sampa é o primeiro sapo.

Os Gregos e o Quarto Setor

Posted in Xavecos on março 13, 2008 by fabiaolima

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Olha aí os gregos do quarto Setor. Diógenes, por exemplo. A missão que Diógenes se propôs foi, justamente, trazer à vista aqueles fáceis meios de vida (um dos pilares do quarto setor. Ganhar pouco, gastar pouco.), e demonstrar que o homem tem sempre à sua disposição o que é necessário para ser feliz, “desde que saiba dar-se conta das efetivas exigências da sua natureza”. Tudo bem, não precisa morar num barril!

Reparou nos cachórros?