Arquivo para Março, 2008
O Celular e o Sebo lá
Postado em Xavecos em Março 27, 2008 por fabiaolimaTenho reparado em como as pessoas lidam com o aparelho mais penta do mundo. O celular. Tirando a turma dos que não tem noção nenhuma que existe uma ética pra falar ao aparelho em lugares como restaurantes, cinemas e até na casa dos outros (esse eu acho o pior), agora noto a quantidade de vezes que o sujeito limpa o sebo que escorre do seu ouvido e suja o lindo e tecnológico visor. Estamos na era das telecomunicações. Sobra tele e falta comunicação. Será que esse pessoal se esquece de que lavar as mãos de vez em quando é bão tambem?
Mas pra quê? (parte 2)
Postado em Xavecos em Março 20, 2008 por fabiaolimaLivros que ainda vou escrever
Postado em Xavecos em Março 19, 2008 por fabiaolimaComo trabalhar pouco e ganhar muito pouco dinheiro.
O Jazz e a puta que o pariu.
O Pizzianismo
Postado em Xavecos em Março 14, 2008 por fabiaolimaOs sapos
Postado em Xavecos em Março 14, 2008 por fabiaolimaQuando venho à Sampacity, um dos comentários que mais ouço é sobre o transito. “Putz, hoje (hoje?!) o transito ta parado”. “Nossa, hoje ta difícil!”.
Como disse um amigo meu, é aquela velha história do sapo na panela. Se você põe um sapo numa panela com água fria e acende o fogo, o sapo fica ali até ferver, e morre. Agora, se você ferve a água e joga o sapo na panela, o bicho sai fora rapidinho.
Quem mora em Sampa é o primeiro sapo.
Os Gregos e o Quarto Setor
Postado em Xavecos em Março 13, 2008 por fabiaolimaOlha aí os gregos do quarto Setor. Diógenes, por exemplo. A missão que Diógenes se propôs foi, justamente, trazer à vista aqueles fáceis meios de vida (um dos pilares do quarto setor. Ganhar pouco, gastar pouco.), e demonstrar que o homem tem sempre à sua disposição o que é necessário para ser feliz, “desde que saiba dar-se conta das efetivas exigências da sua natureza”. Tudo bem, não precisa morar num barril!
Reparou nos cachórros?
Mas pra quê?
Postado em Xavecos em Março 6, 2008 por fabiaolima
O bicho homem é muito curioso mesmo. Um exemplo clássico de coisas “mudéérnas” e que não fazem o menor sentido, são esses toalheiros automáticos. Você passa a mão sobre um sensor, e o papelzinho sai na medida exata pra salvar as florestas tropicais. Não sei se minhas fontes magnéticas pessoais não emanam essa energia, ou a traquitana é ruim mesmo. A bagaça nunca funciona comigo. E eu pergunto: Mas pra quê??




